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108 Termos de tecnologia que você precisa conhecer

Termos de tecnologia: lista com termos importantes que vão te ajudar

108 Termos de tecnologia: confira um glossário completo

Se você está em busca de termos de tecnologia, você chegou ao lugar certo. 

Aqui neste conteúdo, relacionamos um glossário completo de termos tecnológicos. 

Por coincidência, nós também buscamos sobre termos de tecnologia e pensamos em compartilhar uma lista para vocês.

Quem sabe dessa maneira, podemos te ajudar nessa missão.  

E por que nós pesquisamos sobre este Glossário completo?

Porque o nosso escritório também pesquisa e estuda muito as questões relacionadas à tecnologia, principalmente questões de computação em nuvem, inteligência artificial, automatização de tarefas, plataformas digitais, programação, dentre diversos outros temas, e resolvemos compartilhar com vocês.

Se você é profissional de TI, presta consultoria na área de informática, ou trabalha com desenvolvimento de sistemas, aplicativos (apps), páginas na internet (webmaster), ou qualquer outro tipo de programação, saiba que a nossa empresa ajuda a organizar e regularizar a sua situação fiscal e evitar as altas multas impostas pela Receita Federal do Brasil.

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Então, caso você seja um desenvolvedor, programador, cientista de dados, analista de sistemas, webmaster, web design ou atue em qualquer outra área de tecnologia, e precise de um escritório de contabilidade especializado em sua área, já sabe a quem procurar.

Você poderá entrar em contato conosco através do nosso Whatsapp empresarial para esclarecer todas as dúvidas que tiver, pelo whatsapp (21) 97254-3286 ou clicando aqui.

 

Glossário completo:

 

 

A área de tecnologia é cheia de termos e siglas que as vezes confundem as pessoas que estão iniciando, e até mesmo profissionais que já tem uma experiência no assunto acabam se perdendo em meio a tudo isso.

Para ajudar as pessoas que estão começando quanto as que já tem um pouco de conhecimento no assunto, segundo a Trybe, esses são os principais termos usados no meio da tecnologia.

Confira o Glossário Completo:

 

Ferramentas de programação

As ferramentas de programação são softwares ou programas que as pessoas da área usam para criar, depurar, processar ou otimizar alguma etapa do processo de trabalho. Algumas das principais são:

 

Sistema operacional – Sistema que faz comunicação entre o hardware, gerenciando e distribuindo seus recursos, e os demais softwares e cria uma plataforma comum a todos os programas utilizados. Exemplo: Windows 10, Ubuntu.

 

Terminal – É uma Interface de Linha de Comando, isto é, uma interface (meio) para a pessoa enviar comandos ao computador.

 

Editor de Texto – Um editor de texto é um aplicativo de edição de arquivos de texto. Isso inclui códigos de todos os tipos, que também são texto escrito num formato que o computador é capaz de entender.

 

Compilador – Transforma o código de uma linguagem de programação para uma linguagem de máquina (ou alguma de nível mais baixo, ou seja, mais próxima do código binário que o hardware processa) que é lida pelo processador.

 

Linguagem de máquina – Linguagem de mais baixo nível de entendimento para o ser humano, e a única, entendida pelo processador (CPU).

 

Interpretador – Programas de computador que leem um código fonte de uma linguagem de programação interpretada, ou seja, convertida em código binário uma linha por vez, ao invés de grandes blocos de linhas de cada vez, e o converte em código executável.

 

Browser ou Navegador – Programa desenvolvido para permitir a navegação pela web e visualização de suas páginas.

 

Plugin – Uma extensão de código que pode ser adicionada a um código em que você está trabalhando. O plugin é uma extensão intrínseca ao contexto, por exemplo um plugin de um navegador: Ele não funcionará em outro navegador. Além disso, ele funciona consumindo código ou APIs da aplicação principal.

 

GitHub

Conceitos

Git – Sistema de Controle de Versão (VCS) distribuído, ou seja, de uso compartilhado por várias pessoas de uma equipe, que faz o acompanhamento de mudanças em arquivos e pastas de uma aplicação.

 

GitHub – Plataforma de hospedagem de código-fonte de uma aplicação com controle de versão usando o Git.

 

Diretório – Um tipo de pasta do computador que pode ter dentro de si outros diretórios e arquivos.

 

Branch – É uma ramificação do código do controle de versão, ou seja, uma versão alterada do código “principal” salvo lá.

 

Índice – Funciona como uma área do git no qual os arquivos possam ser enviados ao GitHub. É como se fosse uma sala de embarque.

 

Ações no Git

Git fork – Comando que permite “copiar” um projeto em código aberto para si (cria um novo repositório que é uma cópia do projeto “forkado”).

 

Git clone – Comando que permite copiar um repositório remoto da nuvem e colar na sua máquina local.

 

Git merge – Comando usado para colocar as mudanças de uma branch em outra.

 

Git fetch – Comando para pegar alterações dos seus projetos remotos.

 

Git pull – Incorpora as alterações adicionadas a um repositrio remoto na branch atual. git pull = git merge + git fetch.

 

Git add – Comando usado para passar a monitorar um novo arquivo no índice para um novo commit, ou adicionar ao índice as alterações mais recentes feitas a um arquivo.

 

Git commit – Armazena o conteúdo atual do índice em um pacote de mudanças, juntamente com uma mensagem de registro da pessoa que as descreve.

 

Git push – Comando em que você transfere commits do seu repositório local para um repositório remoto.

 

Git branch – Comando para listar as branches locais.

 

Git branch nome-da-branch-nova – Serve para criar uma nova branch.

 

Git checkout – Você pode mudar de branch com esse comando ou limpar as alterações de arquivos mais recentes ainda não adicionadas ao índice.

 

Pull Request – É um pedido que você faz para a administradora da branch que você quer modificar adicionar (puxar para si) a ela as alterações que você fez.

 

Merge Pull Request – Inserir as alterações do código de uma Pull Request em sua branch “alvo”.

 

Conceitos de programação

Algoritmo – É basicamente um conjunto de passos para certa tarefa.

 

Linguagem – Conjunto de definições (sintáticas e semânticas) usadas para fazer um texto que o computador é capaz de entender, ou seja, um programa de computador.

 

Código – Conjunto de palavras ou símbolos contendo instruções para o computador.

 

Código Fonte – Código de um programa. O computador o usa para gerar uma versão do programa que é capaz de processar.

 

Código de Máquina – Código que a máquina consegue entender e executar.

 

Código Binário – Código feito por apenas 0 e 1 que tem como função codificar algo. É a base de toda a lógica do computador. Tudo vira, no fim das contas, código binário.

 

Bug – Problema no código que faz com que ele não execute sua função corretamente.

 

Refatoração – Processo de alterar um programa para melhorar sua estrutura interna sem alterar o seu funcionamento. Essas melhorias podem ser de performance ou para facilitar trabalhos futuros neste código, por exemplo.

 

Frameworks – São como coleções de ferramentas, componentes e soluções que você pode encontrar em um mesmo pacote (o framework) que facilitam a criação de aplicações complexas.

 

Queries – Pedido de informação e/ou dados para banco de dados.

 

Front-End – É a parte de uma aplicação web que a pessoa que utiliza, vê e interage. É executada pelo browser.

 

Back-end – O que a pessoa que usa não vê num software, como servidores e banco de dados. É o processamento “por trás dos panos”.

 

Full-stack – Junção de Front-End e Back-End.

 

SSL (Secure Sockets Layer) – É um tipo de segurança padrão para garantir que todos os dados sejam criptografados no trânsito entre um site e um navegador por exemplo.

 

SOLID (Single-responsibility, Open-closed, Liskov substitution, Interface segregation e Dependency Inversion principles) – Esses princípios, quando combinados, são tidos como boas práticas para facilitar a quem programa desenvolver softwares que são mais fáceis de se manter e expandir.

 

Front-End

Biblioteca – Pedaços de códigos (como funções, por exemplo) já programados e que podem ser usados em outros códigos. A biblioteca é uma extensão de fora do contexto, ou seja, ela pode ser usada e desplugada de um contexto para outro. As bibliotecas são consumidas pela aplicação principal.

 

React – Biblioteca JavaScript para criar o Front-End de aplicações.

 

React Native – Framework de programação de aplicativos baseado na biblioteca React.

 

HTML (Linguagem de Marcação de Hipertexto) – Uma linguagem de marcação que é utilizada como estrutura do Front-End de um site.

 

CSS (Folhas de Estilo em Cascata) – É uma linguagem de estilo que define a aparência de documento web HTML. Exemplo: manipulação da posição dos elementos, cores, fontes, fundos, etc.

 

JavaScript – É uma linguagem que viabiliza a criação de páginas interativas, ou seja, que são modificáveis de acordo com a interação de quem usa e que conectam o Front-End ao Back-End.

 

AJAX (Asynchronous JavaScript And XML) – Técnica para acessar servidores web a partir, por exemplo, do Front-End ou de outros Back-Ends.

 

jQuery – Biblioteca de funções em JavaScript que interagem com o HTML de uma maneira muito mais rápida e simples do que apenas pelo JavaScript.

 

Bootstrap – Framework CSS.

 

UI Design (Design da Interface do Usuário) – É o desenho e execução de uma interface para o usuário. Exemplo: Como garantir que um botão vai ser visto e vai ser apertado.

 

UX Design (Design da Experiência do Usuário) – É o desenho e execução de uma experiência para o usuário. Como por exemplo, desenhar as ações que farão com ele se sinta bem ao entrar numa página, ou engajado, etc.

 

Responsive design – O Design que assegura que o site será visto de uma forma diferente para diferentes tamanhos de tela.

 

Adaptive design – Uma maneira de se construir um mesmo site que se adapta (muda) para cada dispositivo.

 

Fluid Design – Design que acompanha o tamanho da tela do dispositivo que você está usando sem mudar a estrutura da página.

 

Progressive Web App – Metodologia que busca fazer com que sites web e app tenham características de aplicativos nativos de dispositivos mobile, ou seja, feitos primariamente para eles.

 

Back-End

Servidores – Máquina onde roda o Back-End de um site, por exemplo. Ou um Back-End acessível a outras aplicações diversas.

 

Node.js (node) – Interpretador para JavaScript.

 

NPM (Node Package Manager) – Gerenciador de Pacotes (módulos) do Node.js.

 

Middleware – Software que se encontra entre o sistema operacional e os aplicativos nele executados. Ou seja, é um software que permite a sistemas isolados e funções interagirem. Exemplo: Site com uma opção de pagamento. O que conecta os dois é um middleware.

 

Express.js – Framework para Node.js que ajuda na criação de rotas, middlewares e muitas outras funções para o desenvolvimento tanto de APIs quanto SPAs (Aplicações de Uma Página).

 

Banco de Dados – Agrupamento (em formato de tabelas, documentos, colunas e etc…) de informações que se relacionam e tratam de um mesmo assunto.

 

Banco de Dados Relacional (SQL) – Banco de dados onde os mesmos são guardados em tabelas que possuem “relações” entre si. Por exemplo uma tabela de produtos e de compras. A tabela de compras pode ter vários produtos e um produto pode estar relacionado a várias tabelas.

 

Banco de Dados não Relacional (NoSQL) – Quando o banco de dados não guarda os dados em tabelas, e sim em chave-valor, colunas, etc.

 

SQL (Linguagem de Consulta Estruturada) – Linguagem de banco de dados relacional.

 

Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) – Responsável por gerenciar o acesso, a persistência, a manipulação e a organização dos dados.

 

MySQL – O MySQL é um SGBD que utiliza a linguagem SQL.

 

API (Applied Programming Interface) – Interface que conecta dois programas, realizando tanto a comunicação entre eles e especificando quanto definindo como devem interagir.

 

Serviço Web – Solução utilizada na integração de sistemas e na comunicação entre aplicações diferentes (é um programa web de Back-End, um tipo de API que necessariamente precisa de uma rede para se comunicar).

 

Webhook – É uma forma de recebimento de informações quando um evento (enviar um email, por exemplo) acontece. Por isso o webhook é, na prática, uma forma de transmissão de informações entre dois sistemas passiva, pulando o passo de request (requerimento) que uma API faz. Basicamente: um sistema disponibiliza um canal para receber informações (o webhook) e outros enviam para esse sistema informações através dele.

 

HTTP (HyperText Transfer Protocol) – Protocolo que especifica como clientes e servidores se comunicam entre si.

 

REST (REpresentational State Transfer) – Estilo de arquitetura de serviços web que padroniza algumas características tidas como boas práticas.

 

Restful – É uma aplicação web que realiza a implementação do padrão REST.

 

CRUD (Create, Read, Update and Delete) – Quatro operações básicas de interação com uma base de dados (criação, consulta, atualização e destruição de dados).

 

Deploy de Aplicação Web

Aplicações Web – São sistemas que executam em ambientes distribuídos (onde as partes do sistema podem executar em máquinas diferentes) chamadas servidores, comunicando-se via protocolo HTTP ou HTTPS (Protocolo Seguro). A interface com a pessoa que utiliza é realizada pelos navegadores. Na prática, exemplos comuns de aplicações web, são nossos sites de comércio eletrônico, notícias, redes sociais, buscadores (como o Google), etc.

 

Deploy – O Deploy consiste no processo que coloca uma aplicação no ar, tornando-a acessível a quem usa.

 

QA (Quality Assurance) – Conjunto de atividades exercidas para que o produto ou serviço oferecidos sejam de qualidade.

 

Avaliando o código e a lógica

Code Climate

 

Code Climate (CC) – Programa que lê um código e analisa a forma como foi escrito em busca de pontos de melhoria. Ele faz isso analisando o seu código fonte contra algumas regras de código e estilo que verificam como o código foi escrito.

 

Cognitive Complexity – É uma medida de quão difícil é para uma pessoa entender o código.

 

Cyclomatic Complexity – Métrica que mede a quantidade de caminhos independentes pelo código e assim, também, medindo o quão difícil testá-lo.

 

Linter – Ferramenta que analisa o código fonte em busca de erros, problemas de estilo e construções tidas como problemáticas do ponto de vista de desenvolvimento.

 

Code Smell – Característica de um código que o faz suspeito de possuir ou se tornar causador de problemas no futuro.

 

Travis

Continuous Integration (CI) – Prática de colocar em produção, de forma automática, as novas modificações feitas pelos colaboradores do projeto de forma contínua (em geral, uma vez por dia no mínimo), ou seja, continuamente e sem a necessidade de períodos fora do ar.

 

Testes automatizados – O teste automatizado de software é um programa que executa testes pré-programados em um aplicativo de software antes de serem liberados para deploy.

 

Code Review

Code Review (CR) – A Code Review (revisão de código) é uma prática da engenharia de software que ajuda a garantir a qualidade do código. Essa prática consiste basicamente em um ou mais desenvolvedores podem comentar no código de outro.

 

TDD

Test Driven Development (TDD) – Desenvolvimento Orientado por Testes. Técnica de desenvolvimento em que a produção e o deploy do software é baseada em testes.

 

Teste Unitário – Testes isolados entre si que são feitos com pequenas unidades de códigos para validar seu funcionamento.

 

Mock – Programa que serve para simular outros códigos. São muito usados para garantir isolamento de testes unitários.

 

Programação

Habilidades

Hardskills – Habilidades Técnicas (por exemplo, programar em JavaScript).

 

Softskills – Competências comportamentais (por exemplo, saber criticar e receber críticas, saber se explicar, saber criar boas relações com as pessoas).

 

Mindsets e Metodologias

Práticas:

Pair programming – Técnica do desenvolvimento ágil de software onde duas pessoas utilizam um mesmo computador, para programar alguma tarefa.

 

Sprint – Ciclo de tempo dentro do qual se realiza um conjunto de atividades.

 

Kanban – Sistema simples e visual de organizar as tarefas e o fluxo de trabalho.

 

Ágil – Conjunto de métodos e princípios que consiste na ideia de desenvolvimento iterativo (isto é, onde requisitos e soluções são identificados e cumpridos de maneira cíclica) a partir da colaboração de times auto-gerenciáveis e multifuncionais.

 

Scrum – Framework para gestão e planejamento de produtos e projetos.

 

MVP (Produto Mínimo Viável) – Maneira de se testar modelos de negócios e conceitos diretamente com o cliente, a partir do lançamento de uma versão mínima viável do produto. Exemplo: Em vez de fazer um site como o que a Airbnb, os fundadores fizeram um site simples com poucas funcionalidades.

 

Papéis

Product Owner (PO) – Pessoa responsável por definir quais as prioridades do product backlog e registrar de todos os requisitos, regras de negócio e prioridades das entregas de um produto.

 

Regras de Negócio – Requisitos de como uma determinada funcionalidade ou produto deveria se comportar dado um determinado critério.

 

Scrum Master – É a pessoa responsável por garantir que todos estejam aderentes ao processo de desenvolvimento, que sigam suas cerimônias e que garantam a organização e realização dos seus artefatos.

 

Dev. Team – Time de desenvolvimento (pessoas que colaboram com o projeto).

 

Cerimônias

As cerimônias são os rituais, reuniões e eventos que acontecem em um local de trabalho, estudo ou convivência de modo geral. Geralmente, empresas mais tecnológicas têm bem estruturadas quais são suas cerimônias e o porquê de cada uma delas. Alguns exemplos são:

 

Daily Meeting (DM) – Reunião diária de dez a quinze minutos para saber o que se fez no dia anterior, o que se vai fazer no dia seguinte e o é impedimento seu para fazer isso.

 

Grooming – Reuniões sobre como melhorar o Product Backlog.

 

Planning – Reunião onde se descreve as funcionalidades de maior prioridade (e que devem ser feitas) para a equipe para o próximo sprint.

 

1:1 – Reunião periódica entre uma pessoa que gere o time e uma pessoa liderada.

 

Artefatos:

Product Backlog – O que está para ser feito no produto.

 

Sprint Backlog – O que está para ser feito na sprint.

 

Definição de Pronto – O como que o time define o que foi feito.

 

Incremento – O que foi feito e gerou valor ao usuário.

 

Para finalizar e agregar valor à sua pesquisa e profissão, citaremos abaixo os 13 benefícios do registro de marca para quem está desenvolvendo uma ideia e pretende transformá-la em uma marca.

 

13 BENEFÍCIOS DO REGISTRO DE MARCAS PARA PROFISSIONAL DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

 

Registro de marca para profissional da tecnologia de informação: já pensou nisso? Nós já pensamos e resolvemos escrever para orientar a você.

Você sabia que pode obter muitos benefícios ao registrar a marca do seu negócio?

Escrevemos um artigo específico e mais completo sobre este tema. Vale a pena ler. Clique no link: registro de marca para youtubers.

Já imaginou se depois de tanto investimento, esforço e tempo dedicado ao seu trabalho, você descobre que algum copiador passou a utilizar sua marca e a aproveitar consequentemente da sua fama, do seu sucesso e do valor da sua marca?

Não deixe de ler este artigo. Aqui, faremos apenas uma breve abordagem.

A Lei nº 9.279 de 1996 regula os direitos e obrigações relacionados à propriedade industrial.

Em seu artigo 129, determina que a propriedade da marca adquire-se pelo registro validamente expedido (em órgão competente), sendo assegurado ao titular seu uso exclusivo em todo o território nacional.

Em outras palavras, podemos citar os seguintes benefícios e direitos alcançados com o registro da sua marca:

  • Direito de uso exclusivo da marca;
  • Direito de notificar e impedir a terceiros, que usem a sua marca sem consentimento;
  • Proteção e valorização da sua ideia;
  • Proteção e valorização do seu patrimônio;
  • Proteção e valorização do seu investimento;
  • Proteção da marca como seu ativo, que pode valer muito depois de desenvolvida e de alcançar boa reputação;
  • Direito de realizar licenciamento oneroso da marca ("aluguel"), alienação ou cessão;
  • Direito de impedir que terceiros registrem sinais idênticos ou semelhantes;
  • Direito de ser indenizado diante de algumas situações;
  • Evita que terceiros registrem sua marca no mesmo ramo de atuação;
  • Aumento da credibilidade no mercado e maior fidelização de clientes;
  • Evita que clientes confundam com outros produtos e serviços oferecidos por concorrentes;
  • Evita o risco de suspensão do uso de sua marca e mudança.

Importante e interessante, não é?

Podemos registrar a sua marca e garantir todos estes benefícios.

 

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Sabe qual é o nosso maior desejo?

É que você cresça de forma organizada. Não cresça acumulando riscos.

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Caso tenham interesse em se informar um pouco mais, convido a todos vocês para tomar conhecimento das nossas outras publicações relacionadas à tributação dos empreendedores digitais em geral, que destaco abaixo.

Nós escrevemos pensando em vocês.

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