Carregando...
Blog

Yahoo: Os altos e baixos do site de busca que já foi um dos mais famosos do mundo

Você conhece a história do Yahoo!, um site de busca que já fez muito sucesso na internet antigamente? 

Se você está procurando sobre toda a grande história do site de busca Yahoo!, está no lugar certo.

Nós relacionamos uma explicação do site Tecmundo, para você entender melhor.

Neste conteúdo você poderá entender a trajetória desta ótima ideia e projeto, que infelizmente nos dias atuais, não anda tendo tanto sucesso quanto já teve um dia.

Com este artigo, você poderá aprender lições e extrair muita informação de qualidade, capaz de inspirar você em seu projeto e na sua história. 

E quem sabe algum dia estaremos aqui contando a sua história?

Conheça a história do site de busca que já foi um dos mais famosos do mundo: O Yahoo!

Nós, do escritório Francel Menezes contabilidade, prestamos assessoria tributária e empresarial para empreendedores digitais, que consideramos como aqueles que não só trabalham pela internet, mas aqueles que criam e desenvolvem projetos e ideias digitais.  

Adoramos conhecer projetos, ideias e pesquisamos muito sobre essas histórias de sucesso, por isso tivemos a intenção de criar este artigo, como forma de inspiração para todos.

Introdução

Hoje em dia, quando você ouve falar em Yahoo!, dificilmente a notícia é boa.  

Sim, a companhia ainda existe em forma de portal, tem o serviço de e-mail e continua garantindo boas risadas com o Yahoo! Respostas e muito mais. 

Mas nem sempre foi assim: essa marca era uma das mais poderosas da internet do final dos anos 1990 até certo ponto dos anos 2000.

Só que algumas más decisões comerciais, gestões que não conseguiram acompanhar o futuro e a concorrência pesada mudaram completamente a história. 

Como isso tudo começou e qual é a situação atual você fica sabendo logo abaixo. 

Brincadeira de amigos 

O ano é 1994 e a internet como conhecemos hoje ainda era só uma criança, com navegadores como o Mosaic se popularizando aos poucos.  

O norte-americano David Filo e o taiwanês Jerry Yang estudavam Engenharia Elétrica juntos na Universidade de Stanford e viviam mandando links um para o outro de seus sites favoritos. 

A brincadeira cresceu, e eles precisavam compilar todos os endereços em um só lugar, de preferência online.

Nascia aí o Jerry’s Guide to the World Wide Web, que foi o primeiro nome do Yahoo!.

Com o tempo, o nome de David entrou junto e pessoas que eles não faziam ideia de quem eram começaram a visitar a página e indicar links para entrar no índice.

Aos poucos, eles adicionaram seções e tópicos pra organizar os temas, mas ainda controlavam qualquer endereço que entraria lá.  

Em oito meses, o guia já tinha 2 mil sites e fazia 50 mil buscas por dia.  

Eles até deixaram os trabalhos da faculdade de lado para focar no projeto e mudaram o nome para uma sigla mais comercial. 

Peraí, uma sigla? Pois é, Yahoo! não é só um grito animado, ele significa “Yet Another Hierarchical, Officious Oracle”. Em tradução livre, “Mais um oráculo oficioso e hierárquico”. O ponto de exclamação servia para diferenciar a marca de outra que já existia e para chamar mais atenção. 

O negócio ficou sério 

Em 1995, o site teve que sair dos servidores de Stanford por causa do alto tráfego e migrou para a clássica Netscape.  

O primeiro grande investimento veio neste ano pela empresa de investimentos Sequoia e foi de 1 milhão de dólares.  

Já a oferta pública de ações aconteceu no ano seguinte e rendeu mais de 30 vezes esse valor. 

Com esse dinheiro, a empresa estava pronta para decolar.

A internet nessa época tinha poucas marcas fortes que nasceram e eram puramente online, e a Yahoo! queria ser uma das primeiras e maiores.

Serviços de busca ou não existiam ou careciam de uma marca forte — e isso deixou o caminho praticamente livre para a empresa brilhar. 

Indo às compras 

Em 1997, duas negociações entram para a História: uma que aconteceu e outra que foi rejeitada.  

A que aconteceu é a compra do RocketMail, um dos primeiros e mais famosos serviços grátis de correio eletrônico, que brigava com o Hotmail na época.  

Ele logo viraria o Yahoo! Mail, um dos serviços mais famosos da empresa. 

A que não aconteceu deve dar pesadelos para a marca até hoje.  

Dois engenheiros ofereceram para ela e outras companhias parecidas um sistema de busca que indexava os resultados com base em uma série de categorias, mostrando sempre os melhores resultados de pesquisa por primeiro.  

O nome deles? Sergey Brin e Larry Page, os fundadores da Google

O valor? Cerca de US$ 1 milhão, troco de bala para um negócio do tipo. 

Eles queriam vender o serviço para voltar para a universidade, mas ninguém se interessou, e eles viraram uma gigante bilionária em alguns anos.  

A recusa do Yahoo! veio porque a ideia do buscador era diferente: em vez de mandar o usuário para outros sites, eles queriam que você ficasse mais tempo por ali mesmo, clicando em anúncios e consumindo conteúdo. 

Em 2000, as duas viraram parceiras e o motor de busca do Google passou a ser o padrão no “www.yahoo.com” 

Dois anos depois e vendo o potencial da tecnologia, o Yahoo! ofereceu US$ 3 bilhões para comprá-la de vez, mas dessa vez foi recusada.

No finzinho da década de 90, a empresa fez várias aquisições e foi colocando o nome dela em tudo.  

Aí nasceram Yahoo! Games, Yahoo! Groups, o mensageiro Yahoo! Messenger, a rádio online YahoO! Broadcast e muito mais. Mas teve uma que foi especial. 

O primeiro site de muita gente 

Em 1999 e já uma gigante, a Yahoo! compra um serviço chamado GeoCities por 3 bilhões de dólares.  

Originalmente, você hospedava sites nesse serviço escolhendo uma “cidade virtual” que tinha a ver com o seu tema, seja cinema, tecnologia, finanças e por aí vai. 

Quando veio a nova dona, isso foi abandonado, e o link passava a mostrar o nome do usuário dono da página — mas a simplicidade de criar uma página continuava.

Os GIFs animados em excesso, as fontes coloridas exageradas e imagens de fundo ficaram na memória de quem navegava nessa época. 

Muita gente veterana aí com certeza teve ou visitava direto um site hospedado no GeoCities.

O serviço foi encerrado em 2009, quando já não tinha mais espaço no meio de uma internet totalmente diferente. 

Os anos 2000 foram de altos e baixos.   

No começo da década, o Yahoo! passou a valer nada menos que 125 bilhões de dólares, com as ações disparando e não parava de crescer.  

Aí a chamada bolha da internet estourou, várias empresas parecidas morreram do nada, e o valor de mercado da marca despencou. 

Ela foi uma das poucas a sobreviver a essa crise. 

Se arrependimento matasse… 

Nos anos seguintes, ela continuou enchendo o carrinho, comprando empresas como o serviço de compartilhamento de fotos Flickr e startups de e-mail e busca para melhorar os próprios serviços.  

O surgimento do Gmail fez o Yahoo! Mail ganhar um rival poderoso, obrigando o serviço a fazer mudanças na interface e aumentar o espaço de armazenamento.  

Em 2006, começou a funcionar no Brasil o Yahoo! Respostas, que já rendeu muitas dúvidas solucionadas e muitas, mas muitas piadas por aí por causa das perguntas bizarras que eram feitas por lá. 

Só que em 2008 foi ela quem recebeu uma oferta de compra: a Microsoft ofereceu US$ 44,6 bilhões por todo o Yahoo!, e a proposta foi recusada.  

Muita gente na época achava que esse casamento não ia dar certo e que a decisão foi acertada.  

Mas é só lembrar do que aconteceu nos anos seguintes para ver que talvez tenha sido uma má ideia. 

Essa recusa e uma nova parceria em publicidade nas buscas com a Google fez muitos funcionários saírem por perderem a confiança na estratégia da Yahoo!. 

Por causa das finanças, a empresa também fez uma série de demissões e trocava de CEO quase a cada ano. 

A era Mayer 

Até que, em 2012, assumiu como chefe executiva Marissa Mayer. Ela foi uma das mais importantes funcionárias da Google e chegava com moral, tendo o desafio de recuperar e modernizar a empresa.  

Uma de suas primeiras grandes decisões foi comprar a rede Tumblr por 1,1 bilhão de dólares, um preço considerado exagerado.  

Ela também remodelou a logo da empresa. 

A tarefa de Mayer era difícil, é verdade, mas no fim das contas ela não conseguiu reverter a situação da Yahoo!.  

As ações não paravam de cair e só mostravam melhora quando o grupo chinês Alibaba também ia bem. 

Peraí, como assim? É que, desde 2005, a empresa tem 40% das ações da gigante chinesa, na qual investiu 1 bilhão de dólares.

Hack e venda 

A situação desanda de vez com as brechas de segurança. O Yahoo! foi invadido uma série de vezes desde 2013 e dados pessoais de milhões de usuários foram divulgados.  

A polêmica só aumentou quando foi revelado que a empresa sabia das falhas, mas pouco fez para consertar e abafava ao máximo as denúncias.  

O fim melancólico veio em janeiro de 2017.  

Depois de meses de negociação, a empresa topou ser vendida para a operadora Verizon por US$ 4,8 bilhões, um preço bem menor do que o pedido inicial, muito por culpa das invasões. 

A empresa vai funcionar junto com a AOL, outra gigante da internet que está quase aposentada, debaixo de uma companhia chamada Oath. 

O nome “Yahoo!” será mantido pela força da marca e os serviços como site e e-mail devem continuar funcionando.  

Já a parte que controla a Alibaba e alguns serviços no Japão foi separada e ganha um novo e esquisito nome: Altaba.

O que você achou deste nosso conteúdo? 

Deixe um comentário no final deste nosso post, com a sua opinião. 

Conseguiu entender melhor o assunto? 

Caso tenha restado alguma dúvida, fique a vontade para entrar em contato. 

Você conhece alguém que precisa conhecer este nosso conteúdo? 

Então compartilhe com esta pessoa. 

Sabe qual é o nosso maior desejo? 

É que você cresça de forma organizada. Não cresça acumulando riscos. 

_______________________________________________________________________________________ 

Caso tenham interesse em se informar um pouco mais, convido a todos vocês para tomar conhecimento das nossas outras publicações relacionadas à tributação dos empreendedores digitais em geral, que destaco abaixo. 

Nós escrevemos pensando em vocês. 

Por que os ganhos dos YOUTUBERS com adsense NÃO devem ser omitidos perante a Receita Federal? 

Vantagens na abertura de uma empresa – Microempresa, MEI, EPP 

Youtuber – Registre seu canal no youtube como MARCA 

Fim da monetização dos canais infantis no youtube 

Youtuber pode ser MEI (microempreendedor individual)? 

Contabilidade especializada para YOUTUBER – monetização e ganhos adsense 

Influenciadores digitais (influencers) – Imposto de renda e carnê leão 

Publicidade infantil – Youtubers e Influenciadores digitais 

Regulamentação da profissão de Youtuber – Projeto de Lei nº 10938/2018 

Carnê-leão atrasado youtubers – (imposto de renda monetização adsense) 

Monetização de streamers – Imposto de renda e carnê leão 

Isenção de imposto de renda Youtuber – monetização adsense 

Ganhos de Youtuber e Blogueiro – Principais dúvidas sobre imposto de renda e contabilidade 

Como declarar ganhos do adsense de youtubers? CUIDADO! 

Contabilidade para desenvoledores de sites, aplicativos e sistemas (softwares) 

Monetização youtuber e imposto de renda – Políticas do Programa google adsense 

Monetização adsense e imposto de renda – Políticas do Programa de parceria do youtube 

Monetização adsense e imposto de renda – Evitem problemas com as Políticas do youtube e com a Receita Federal 

Contabilidade para afiliados (hotmart, monetizze, eduzz e etc) 

_____________________________________________________________________________________________________ 

Conte com nosso trabalho. Estamos à disposição para ajudá-los. 

Escritório Francel Menezes Contabilidade 

E-mail: escritoriofmc@francelmenezes.com 

Instagram: @francelm_contabilidade 

Canal no youtube 

Site: http://www.menezescontabilidade.com.br 
 

Facebook: https://m.facebook.com/Francel.Menezes.Contabilidade/ 

Telefone (21) 2671-9155 

Compartilhar Postagem

Acessar Escrito por

Escritório Francel Menezes Contabilidade

Conte com nosso trabalho. Estamos à disposição para ajudá-los.Escritório Francel Menezes ContabilidadeSolicite nosso whatsapp por email. Atendemos a todo o Brasil.Telefone (21) 2671-9155

Comentários